Preciso instalar algum programa no computador da Câmara?
Não. O Portal do Vereador funciona pela internet, em qualquer navegador moderno (Chrome, Edge, Firefox, Safari). Nada é instalado. Nenhuma configuração de TI é exigida da Câmara.
A plataforma substitui a Procuradoria Legislativa?
Não, e isso é intencional. O Portal do Vereador é ferramenta de apoio à produção legislativa. Toda proposição gerada deve passar pelo controle final da Procuradoria da Casa antes do protocolo. A plataforma reduz o tempo de elaboração inicial, mas o juízo técnico final permanece com o corpo jurídico da Câmara.
Os documentos gerados podem ser editados?
Sim. Todo documento é gerado em formato Word editável e PDF. Vereador, assessoria e Procuradoria podem ajustar livremente antes do protocolo.
A plataforma serve para fiscalizar o Executivo?
Sim. Além de apoiar a redação de proposições, o Portal do Vereador estrutura os instrumentos do controle externo que a Constituição atribui à Câmara (art. 31 e art. 70): requerimentos de informação ao Executivo, acompanhamento da execução orçamentária e das contas, e pedidos relativos a contratos, convênios e licitações. A ferramenta ajuda a converter a intenção fiscalizatória em peças formalmente adequadas ao rito.
Existe orientação para os vereadores usarem a plataforma?
Sim. Durante o projeto piloto há acompanhamento e orientação de uso para vereadores, assessorias e Procuradoria, com exemplos de comandos e boas práticas de redação dos pedidos. Materiais de apoio ficam disponíveis para consulta.
Os dados do gabinete ficam expostos?
Não. Cada Câmara opera em ambiente isolado dentro da plataforma. Vereador de uma Casa não vê o que é produzido em outra. Comunicação criptografada. Servidores dedicados. Cópia de segurança periódica.
O sistema pode gerar informação incorreta?
Todo sistema automatizado pode, eventualmente, produzir imprecisões, especialmente em temas complexos. Por isso, o Portal do Vereador foi construído sobre uma base de conhecimento curada com rigor jurídico-fiscal e opera com parâmetros que fazem o sistema sinalizar os dados a confirmar e recusar respostas quando informações essenciais não estão disponíveis, em vez de arbitrar valores. Ainda assim, a revisão da Procuradoria antes do protocolo é insubstituível. O propósito não é a infalibilidade, e sim a aceleração qualificada do trabalho do gabinete, sempre sujeita à conferência humana.
É possível conhecer o sistema em uma apresentação?
Sim. Solicite pelo formulário abaixo ou pelo WhatsApp institucional. Podemos apresentar o sistema para o Presidente da Câmara, a Procuradoria e os vereadores em videoconferência ou presencialmente.